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FELIZ DIA DA TOALHA, MOCHILEIROS!!



FELIZ DIA DA TOALHA, MOCHILEIROS!! Sim, isso mesmo e não venha com dia do orgulho nerd, hoje é dia de se reunir com os Mingos, tomar algumas Dinamites Pangaláticas, e ligar nossos sensormáticos subetas para tentar conseguir uma carona pela galaxia! Marvin não apoia minha felicidade nesse post!
E se você não sabe sobre o que estou dizendo, calma que eu explico:
Todo dia 25 de maio é o dia da toalha, um dia de comemoração dos leitores do Guia do Mochileiro das Galáxias escrito pelo Douglas Adams, o livro conta a história da destruição da terra para construção de uma via interestelar, e quando isso ocorre Artur Dent pega carona numa nave junto a seu amigo de outro planeta Ford Prefect. Sequencia dos livros:


    1. 1 - O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS
    2. 2 - O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO
    3. 3- A VIDA, O UNIVERSO E TUDO MAIS
    4. 4 - ATÉ MAIS, E OBRIGADO PELOS PEIXES!
    5. 5 - PRATICAMENTE INOFENSIVA
    6. 6 - E TEM OUTRA COISA... (Textos organizados e completados por Eoin Colfer)
    7. * - O SALMÃO DA DÚVIDA

Ai vocês vão me perguntar o que a toalha tem a ver com isso? O que é "Mingo", "Dinamite pangalática" e por que "Dia da toalha"? Vamos falar sobre o guia primeiro, o guia de viagens para mochileiros com muitas dicas importantes, a toalha é o objeto mais importante do mochileiro interestelar, tão importante que o Douglas Adams usou uma pagina inteira para descrever suas funcionalidades. Por conta disso depois da morte do autor, os leitores criaram o "Dia a toalha" para sair por ai reconhecendo outros mochileiros!
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”.
O Guia do Mochileiro das Galáxias é uma trilogia de cinco que não parou de crescer, o guia começou numa série radiofônica em 1978 na BBC, DNA(Douglas Noel Adams) usava do humor para criticar as relações humanas, religião, politica e burocracia. Ele era escritor e comediante, tem outros textos publicados que infelizmente até hoje não publicaram no Brasil, ele escreveu uma das histórias do Doctor Who, talvez vocês possam conhecer o conto do biscoito na estação, de qualquer forma vou deixar o vídeo da ilustração que o Obrigado Pelos Peixes fez.



Obrigado pelos peixes é uma site/pagina que leva o nome de um dos livros da série, o site em homenagem a série trás informações da mesma e do universo geek. 
Mingo: cara realmente muito incrível.

Dinamite Pangaláctica é uma bebida fictícia citada no livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, como "o melhor drinque do Universo", inventada por Zaphod Beeblebrox. O guia informa que beber uma Dinamite Pangaláctica causa um efeito semelhante a ter o crânio esmagado por uma fatia de limão envolvida em uma barra de ouro de bom tamanho.
Em 2005 o Guia ganhou um filme, não muito aceito por fãs que criticam o modo como o livro foi abordado. Originalmente o guia teria apenas 3 livros, mas foram lançados 4 livros e posteriormente o quinto "Paticamente Inofensivo" do qual alguns não aceitam fazer parte da trilogia de cinco. Posterior o morte do Douglas Adams a familia do autor liberou o acesso a textos de um sexto livro da série, esses textos foram organizados e completados por Eoin Colfer que lançou o sexto livro "E tem outra coisa..." sem esquecer do sétimo que não é sétimo "O salmão da dúvida"

O Salmão da dúvida:

É uma coletânea  de história, resenhas, artigos e ensaios inéditos do DNA, que foram encontrados em seu computados após a sua morte. São 10 capítulos do livro em que ele trabalhava quando morreu. Um ensaio filosófico questionando a existência de Deus. Comentários sobre a constante evolução da tecnologia. Um conto protagonizado por Zaphod Beeblebrox. Relatos sobe sua infância, seus traumas e seu nariz.

Ou seja podemos considerar que o último livro é totalmente biográfico, é um pouco do DNA sem filtro, o livro começa com uma carta dele com 12 anos para a revista de ficção cientifica da época que chamava-se The Eagle. Para quem não conhece o autor, vou deixar um pedaço de uma palestra onde ele conta uma parte de um de seus livros, para que vocês fiquem um pouquinho com o humor desse autor que era incrível.


Até mais Mochileiros, e obrigado pelos peixes, como diria o Marvin, vida não me fale sobre a vida!

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