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[RESENHA] Cidade dos Etéreos

  Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
    Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
 

   Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.
 “Nunca me lembro de sonhos bons, só os ruins ficam na memória.” Pág 52
   As crianças fogem pela mata para se esconder dos etéreos e seguem sua jornada se baseando pelo mapa das fendas e pelo livro de histórias que eles descobrem passar mensagens verdadeiras. Os peculiares seguem lutando contra os etéreos em busca de outra fenda no tempo até que encontram uma habitada por animais peculiares.
Nela se deparam com um cachorro falante chamado Addison e Deirdre, uma jumirafa que os ajudam a seguir adiante e os informam que não têm tempo a perder se quiserem salvar a srta. Peregrine, pois em breve ela será uma ave para sempre. Então eles precisam encontrar a Ymbrine dessa fenda, a srta. Wren, em até três dias torcendo para que ela também não tivesse sido capturada e logo em seguida são capturados por ciganos.
“- Ah, que isso. Cadê seu espírito peculiar?
- Botei para lavar.” Pág 135
  Este segundo volume contém muito mais ação que o primeiro e conta sobre como cada um descobriu que era peculiar. Com novos personagens: Sam é a menina que se regenera, sua irmã Esme é normal, Melina é a tele cinética e os irmãos Joel-e-Peter são eco localizadores.

   Um livro rico em detalhes, com muitas ilustrações como o primeiro, porém com uma nova editora. O livro publicado pela intrínseca ganhou uma nova roupagem: capa dura e jacket (a capinha de papel por cima da capa dura). Eu, sinceramente, achei que as edições ficaram meio “bagunçadas”. Como o primeiro não foi relançado com o visual do segundo e o terceiro terá uma pequena diferença, que foi nomear a série de “Lar das crianças peculiares”, todos os livros ficarão diferentes. O livro contém o primeiro capítulo do terceiro livro, “Biblioteca de almas”, que nem li para não atiçar mais ainda minha curiosidade.




INFORMAÇÕES DO LIVRO
  • Autor: Ransom Riggs
  • Editora: Intrínseca
  • Gênero: Suspense/InfantoJuvenil
  • Páginas: 384
  • Ano de publicação: 2016
  • No idioma: Português
  • ISBN: 9788580578904
  • Avaliação média: 4.3
  • Minha avaliação: 5/5
  • Data da resenha: 15/02/2017
  • No Skoob 
Resenha escrita pela colaboradora Vanessa Januth do canal Plataforma Literária.

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