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[RESENHA] Viva - a vida é uma festa

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SINOPSE:O jovem Miguel sonha em se tornar um músico famoso como seu ídolo, Ernesto de la Cruz. Ansioso para provar seu talento, Miguel vai parar no colorido e impressionante Mundo dos Mortos. Durante sua jornada, conhece um vagabundo encantador, Hector, e juntos partem em uma aventura extraordinária. Viva - A Vida é uma festa - HQ que conta a história do filme

     Miguel Rivera vinha de uma família que há gerações não gostava de música, devido a seu tataravô ter abandonado a família pela música. Sua família agora fazia sapatos e, no día de los muertos (dia dos mortos), sua família decide que ele deve parar de engraxar sapatos e começar a fazê-los também. Naquela noite haverá um festival onde Miguel pretende se apresentar e ser famoso como seu ídolo Ernesto de La Cruz.
     Após sua abuelita quebrar seu violão, Miguel tem a "brilhante" ideia de "pegar emprestado" o violão de Ernesto em seu mausoléu. Mas não se pode tirar algo dos mortos no dia dos mortos. Eis que recai sobre ele uma maldição que o leva diretamente para o mundo dos mortos.
Lá ele encontra outros membros de sua família que também repudiam a música e volta para o mundo dos vivos com a condição de nunca mais se envolver com música. Condição que quebra assim que retorna para o mundo dos vivos.
Miguel, novamente no mundo dos mortos, não quer voltar sem a bênção de um parente que ame a música tanto quanto ele, mas ele só tem até o nascer do sol ou nunca mais poderá regressar e se tornará parte daquele mundo para sempre.
O livro se passa em Santa Cecilia e é narrado em terceira pessoa.

    Achei muito interessante ter a Frida Kahlo e o livro ser baseado no filme, que assisti no dia seguinte ao que fiz a leitura e amei.
Adorei a forma como o livro nos mostra a importância da família e como necessitamos do apoio dela.
"Não podemos negar quem estamos destinados a ser".

INFORMAÇÕES DO LIVRO
Título: Viva - a vida é uma festa
Autor: Vários autores
Ano de publicação: 2018
Páginas: 56
Editora: Pixel
No idioma: Português
Gênero: Infantil
ISBN: 9788555460944
Avaliação média: 5/5
Minha Avaliação: 5/5
Data da Resenha: 22/02/2018
Crítico: Vanessa Januth

*Livro recebido no evento da Aliança dos blogueiros de 2018


@entre_ouca: Resenha EP Pra Doer - Tuyo

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O trio de Curitiba, Tuyo, lançou em 2017 seu EP Pra Doer. Abrindo o trabalho, temos a canção “Conselho do Bom Senso”, trazendo uma sonoridade retro, as batidas da música se encaixam perfeitamente com os belíssimos vocais das irmãs Lilian e Layane. Na faixa conseguimos perceber que a banda consegue fazer uma mistura interessante pegando influências antigas e mesclando as novas. Na segunda faixa, “Candura”, voz e violão nos envolvem na melancolia da canção. Uma música muito gostosa de se ouvir e com uma letra bem sensível. Em “Solamento”, o lado folk continua. A faixa se mostra a mais intimista do EP e é uma bela canção.

Tuyo apresenta um trabalho muito interessante e sincero, música com sentimento que consegue tocar o ouvinte. Diferente de muitas músicas que acabam servindo apenas como trilha sonora, “Pra Doer” é um disco para ser realmente ouvido e apreciado, algo raro nos dias de hoje. 

  Sobre o @entre_ouça:
  Sou apaixonado por música desde sempre. Com esse sentimento ficando cada vez mais intenso, a necessidade de falar sobre música se tornou inevitável. Conversar com quem partilha deste sentimento pela música é muito bom, ir a um show e sentir toda a energia que acontece naquele momento é algo inexplicável. Com essa necessidade de trocar vivências musicais, decidi criar o “Entre e Ouça”. No Entre e Ouça, recomendo cd’s que estão sempre em alta rotação na minha vida, seja um álbum recente ou algo lançado há algum tempo. As postagens acompanham fotos (tiradas da minha coleção pessoal) e um texto, que é um misto de indicação com resenha. Algo curto para não cansar o visitante. Com essa proposta, espero trocar vivências musicais com quem partilha desse amor pela música e também incentivar todos a ouvirem mais música. Música é vida!

*Resenha produzida pelo Luis do instagram Entre e Ouça (@entre_ouca)

[CRITICA] Filme Em Pedaços

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     A Alemanha é um dos países que mais luta contra o seu passado. A ascensão do nazismo nos anos 30, para muitos cidadãos, é uma mancha na história. Através de seu novo filme, o premiado diretor de origem turca, Fatih Akin, retrata o ressurgimento desse tipo de ideologia extremista em seu país. Em Pedaços consegue, com os planos de câmera ideais, um roteiro muito bem estruturado e atuação impecável de Diane Kruger, nos fazer sentir o mesmo que Katja Sekerci, a protagonista alemã que tem marido e filho de origem turca assassinados em um atentado promovido por neonazistas.




     O filme tem um ponto de vista bem claro e autoral, por isso é importante conhecer seu realizador: estamos falando de um diretor de origem turca, que produz em um país (ou mesmo em um continente) onde a discriminação contra árabes e curdos só cresce. A intenção dele com essa obra é descarar o preconceito, a xenofobia. E Fatih Akin utiliza todos os recursos cinematográficos para isso. Desde a movimentação frenética da câmera quando Katja descobre o assassinato, passando por um trabalho incrível com as cores escolhidas para cada momento do longa, até um plano visto de cima, que dá o tom de urgência na resolução do capítulo em que está inserido.

     Falando em capítulo, o filme é dividido em três deles (Famíla, Justiça e O Mar), cada um com introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas cada conclusão deixa uma brecha para o capítulo seguinte. A narrativa entrecortada reforça a ideia que está fixada no título do filme: tudo está em pedaços, a protagonista, sua família, a justiça alemã e, num momento maior, a própria sociedade. A resolução final não é das mais surpreendentes, mas, como eu sempre gosto de frisar, no cinema o mais importante não é o que acontece e sim como acontece: a jornada de Katja é o elemento principal aqui. Ainda mais uma jornada interpretada com tanta veracidade por Diane Kruger, merecida vencedora do prêmio de Melhor Atriz em Cannes. Essa realidade que nos é transmitida, condiz com as "filmagens caseiras da família" que são introduzidas durante o longa.




     Em Pedaços foi o filme escolhido para representar a Alemanha no Oscar e, infelizmente, não foi selecionado (o que deixa com mais vontade de assistir aos que foram selecionados para a categoria Melhor Filme Estrangeiro). Mesmo assim é um filme forte, sobre uma mulher forte que é dissecada para o espectador, vale muito a pena ser visto.


Em Pedaços (Aus dem Nichts) — Alemanha/ França, 2017
Direção:
 Fatih Akin
Roteiro: Fatih Akin, Hark Bohm
Elenco: Diane Kruger, Denis Moschitto, Numan Acar, Samia Muriel Chancrin, Johannes Krisch, Ulrich Tukur, Ulrich Brandhoff, Hanna Hilsdorf
Duração: 106 min.


*Esse filme foi assistido na cabine de imprensa pela Aliança dos Blogueiros

 
Desenvolvido por Michelly Melo.

Personalizado por Eve Scintilla.