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[RESENHA] O Beijo Traiçoeiro

Sage Fowler tem 16 anos e um belo dia seu tio William lhe diz que providenciou sua avaliação com Darnessa Rondelle, a maior casamenteira da região.
Por um lado ela cogita fugir, mas por outro se ressente por ninguém achar que alguém vá querê-la. Ela pesa os prós e os contras e decide esperar para ver no que isso vai dar.
O livro se passa em Crescera, região cerealista de Demora, e é narrado em terceira pessoa.
Sage é insolente e tem orgulho de quem é. Isso acaba sendo engraçado e atribuindo uma forte personalidade. Tanto que os soldados a chamam de estorninho, que é um passarinho inteligente, porém irritante.
Alex, o capitão Quinn, preza pela aprovação de seu pai e teme fazer besteira no comando. Isso faz com que nos aproximássemos dele.
Eu pensava que ele seria o par de Sage, até que Ash aparece e me deixa confusa em relação a isso.
Enquanto isso tem a questão toda política por trás. Entre os soldados está Robert, o herdeiro legítimo do trono, o que os kimisaros não podem saber em hipótese alguma, a isso se deve o fato de os soldados temerem um ataque a qualquer momento. Durante o Cordordium, que é quando a casamenteira deve achar um par para as ladies, eles se encarregam de escoltá-las.
Eu acho a capa sensacional. Tudo nela parece que foi muito bem pensado, desde a fonte do título até o fundo e as cores.
Acho o livro uma mistura de "As crônicas de amor e ódio" e "A seleção", e achei as partes da Sage muito mais divertidas que as do Alex e não me incomodou ser escrito em terceira pessoa, mas foi um pouco lento no começo. Só as cenas de luta que achei um pouco confusas.
Me dá agonia só de pensar que uma outra pessoa escolhe um marido para alguém que nem da família é, esse é o papel da Darnessa, a casamenteira de quem Sage vem a ser aprendiz. Gostei muito dessa personagem e o debate coletivo do livro foi muito proveitoso, pois me ajudou em vários aspectos na hora de construir a resenha. Achei o final satisfatório e quero muito ler a continuação.
"Era quando as pessoas estavam em seu pior que mais precisavam de amor".
"Representamos vários papéis ao longo da vida...isso não faz com que todos sejam mentira".

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