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Pose traz representatividade

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Pose é uma produção do canal FOX e é ambientada em Nova York nos anos 80, onde o luxo estava ganhando cada vez mais destaque, as minorias estavam sendo cada vez mais discriminadas.
Retrata a história das pessoas lgbtq+, latinas e negras naquela época mostrando a dura realidade, os sonhos e os esforços dos personagens para serem aceitos e se relacionarem.

Os bailes são frequentemente mostrados nos episódios, podemos ver que é uma parte essencial para os personagens e para o enredo da série pois lá a comunidade lgbtq+ pode ser literalmente livre e celebrar a vida. Neles acontecem disputas para ver que tem os melhores figurinos, corpos, poses, voguing (um tipo de dança). A série também aborda a questão da AIDS que muitas pessoas apontavam como algo exclusivo da comunidade lgbtq+.
Billy Porter, Evan Peters, Mj Rodriguez, and Indya Moore in Pose (2018)

Pose é extremamente importante e representatividade é a palavra chave já que é a série com maior elenco transexual e negro.

É produzida por Ryan Murphy o mesmo que produziu Glee e American Horror Story e anunciou que irá doar lucros da série para organizações de caridade LGBTQ+.

Esse post foi produzido pela nossa parceira Rebeka, além de ser apaixonada por moda ela tem este instagram incrível com inspirações em arte Neoclássica e Barroca.

[CRÍTICA] Filme Todo Dia

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SINOPSE
   Baseado no aclamado best-seller do The New York Times de David Levithan, "Todo Dia" conta a história de Rhiannon, uma garota de 16 anos que se apaixona por uma alma misteriosa chamada "A" que habita um corpo diferente todos os dias. Sentindo uma conexão incomparável, Rhiannon e A trabalham todos os dias para encontrar um ao outro, sem saber o que ou quem o próximo dia irá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas afeta eles, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar.




CRÍTICA
   A trama nos apresenta “A” que acorda todo dia em um corpo diferente por anos, um dia ele pode acordar como um cara e no outro como uma garota, podendo ser negro, branco, rico ou pobre, com algum tipo de deficiência ou não. Ele não tem um gênero especifico, mas sabemos que se chama “A” porque foi o nome que ele escolheu.
  “A” já se acostumou a viver assim, habitando um corpo diferente a cada dia, sem interferir nessas vidas, porém, tudo muda ao acordar no corpo de Justin, um adolescente rebelde de 16 anos, que tem uma namorada chamada Rhiannon que é muito apaixonada por ele, sendo que ele não dá valor que ela merece e “A”  acaba passando um dia incrível com Rhiannon  e se apaixona por ela e "A" fará de tudo para que os dois possam ficar juntos.

   O filme é bem desenvolvido, o roteiro foi muito bem escrito e a trama flui muito bem. O romance dos protagonistas é muito bem trabalhado, não é apenas um filme adolescente de sessão da tarde, pelo ao contrário, o filme mostra de forma leve várias questões, como a sexualidade, o amor, respeito, identidade de gênero e problemas psicológicos. 
 
   Para quem não sabe o filme é uma adaptação do bestseller do autor David Levithan e como fã do autor e do livro o li quatro vezes, não tive como não comparar as duas obras e saí da sala de cinema satisfeita, a adaptação foi bastante fiel ao livro, mesmo alterando algum acontecimento e cortando algumas partes que é algo compreensível, o importante é que a obra conseguiu levar o que o autor quis passar quando escreveu o livro.
   Além disso, a trilha sonora está DIVINA, temos Pink, Borns, Future Islands e conta também com muitas músicas dos gêneros new wave, rock alternativo e indie e as músicas se encaixam totalmente com os momentos.

Super indico o filme, e corra já para o cinema e assista!





Todo dia (Every Day) - EUA, 2018
Direção:
Michael Sucsy

Gêneros: Drama, Fantasia
Elenco:
 
Angourie Rice, Justice Smith, Owen Teague
Duração: 98 min.

*Esse filme foi assistido na cabine de imprensa pela Aliança dos Blogueiros

[CRÍTICA] Filme Uma quase dupla

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SINOPSE
Keyla (Tatá Werneck) e Claudio (Cauã Reymond) são dois policiais que não têm nada em comum, mas se veem obrigados a trabalhar juntos na pacata cidade de Joinlândia. Ela é uma investigadora competente que acha que pode resolver tudo sozinha. Ele é um subdelegado boa praça e nada eficiente. Os dois vão formar uma dupla improvável e juntos, tentar capturar um habilidoso assassino em série.



CRÍTICA
   Joinlândia é uma cidade do interior onde tudo é tranquilo, porém, um assassinato acontece e o delegado da cidade decide solicitar a ajuda de uma investigadora do Rio de janeiro para ajudar a solucionar o caso, parece até roteiro de um filme policial ou de suspense não é? Mas esse é um filme de comédia nacional e temos como protagonistas Tatá Werneck e Cauã Reymond nos papéis de dois policiais tentando solucionar uma série de assassinatos em meio de muitas confusões.

   Confesso que não sou muito fã da Tatá, para mim ela interpreta a mesma personagem em todos os projetos que ela participa e nesse filme não é diferente, parece que está interpretando ela mesma, já o Cauã convenceu como um cara mimado pela mãe e um policial incompetente, mas os dois juntos tem química e vende como uma dupla.

   O filme faz piada com tudo e satiriza os filmes policiais, temos todos os clichês possíveis, tendo momentos que as piadas funcionam e fazem rir, porém, tem outros que forçam bastante e acaba virando uma comédia pastelão. O próprio longa não se leva a sério, temos muitas referências e a trilha sonora do filme já é motivo de muitas risadas, temos a trama da investigação bem construída e por incrível que pareça me surpreendi com o desfecho do "caso", só não entendi muito bem a cena final do filme.

Se você gosta das comédias nacionais e de filmes policiais e está a procura de uma comédia pastelão esse filme é pra você!

A data de estreia do longa está marcada para 19 de julho.

Uma quase dupla - Brasil, 2018
Direção: Marcus Baldini
Roteiro: Leandro Muniz 
Gêneros: Comédia
Elenco:
Tatá Werneck, Cauã Reymond, Louise Cardoso
Duração: 90 min.


*Esse filme foi assistido na cabine de imprensa
 
Desenvolvido por Michelly Melo.

Personalizado por Eve Scintilla.